0 aluno

História no Ensino Fundamental Anos Iniciais contempla, antes de mais nada, a construção do sujeito.

No 3º e no 4º ano contemplam-se a noção de lugar em que se vive e as dinâmicas em torno da cidade, com ênfase nas diferenciações entre a vida privada e a vida pública, a urbana e a rural. Nesse momento, também são analisados processos mais longínquos na escala temporal, como a circulação dos primeiros grupos humanos.  Essa análise se amplia no 5º ano, cuja ênfase está em pensar a diversidade dos povos e culturas e suas formas de organização. A noção de cidadania, com direitos e deveres, e o reconhecimento da diversidade das sociedades pressupõem uma educação que estimule o convívio e o respeito entre os povos.

Para evitar uma visão homogênea, busca-se observar que, no interior de uma sociedade, há formas de registros variados, e que cada grupo produz suas memórias como elemento que impulsiona o estabelecimento de identidades e o reconhecimento de pertencimento a um grupo social determinado. As memórias podem ser individuais ou coletivas e podem ter significações variadas, inserindo-se em uma lógica de produção de patrimônios (materiais ou imateriais) que dizem respeito a grupos ou povos específicos.

Convém observar que é pressuposto dos objetos de conhecimento, no Ensino Fundamental – Anos Iniciais, analisar como o sujeito se aprimorou na pólis, tanto do ponto de vista político quanto ético. Entretanto, respondendo aos desafios contemporâneos marcados por grandes movimentos populacionais e pela globalização, considerou-se uma nova dimensão para o projeto pedagógico.

Nessa perspectiva, emerge um sujeito coletivo mais desenraizado, seja por contingências históricas (migrações), seja, ainda, em razão de viver em uma época em que se buscam múltiplos referenciais identitários que questionam as antigas construções do ideário do Estado – nação. Seja como for, em ambos os casos, os indivíduos devem se preparar para enfrentar os desafios do mundo contemporâneo.

Processos para estimular o pensamento histórico:

Os processos de identificação, comparação, contextualização, interpretação e análise de um objeto estimulam o pensamento. Seguem algumas considerações:

  • Identificação: De que material é feito o objeto em questão? Como é produzido? Para que serve? Quem o consome? Seu significado se alterou no tempo e no espaço? Como cada indivíduo descreve o mesmo objeto? Os procedimentos de análise utilizados são sempre semelhantes ou não? Por quê? Essa perguntas auxiliam a identificação do fato histórico.
  • Comparação: em história faz ver melhor o Outro.
  • Contextualização: é uma tarefa imprescindível para o conhecimento histórico.
  • Interpretação: de um texto, de um objeto, de uma obra literária, artística ou de um mito – é fundamental na formação do pensamento crítico.
  • Análise: é uma habilidade bastante complexa porque pressupõe problematizar a própria escrita da história e considerar que, apesar do esforço de organização e de busca de sentido, trata-se de uma atividade em que algo sempre escapa.

 

 

  • É hora de aprender a aprender!
  • O “Eu”, o “Outro” e os diferentes grupos sociais e étnicos que compõem a cidade e os municípios: os desafios sociais, culturais e ambientais do lugar onde vive
  • Aprofundando as habilidades descritas abaixo
  • A cidade e o campo: aproximações e diferenças. Diferentes sujeitos do campo e da cidade.
  • O “Eu”, o “Outro”... / A produção dos marcos da memória: formação cultural da população /A cidade, seus espaços públicos e privados e suas áreas de conservação ambiental .
  • Aprofundando as habilidades
  • A cidade e suas atividades: trabalho, cultura e lazer/comunidades no tempo e no espaço: nomadismo, agricultura, escrita, navegações, indústria, entre outras.
  • Aprofundando as Habilidades descritas abaixo.
  • TEMA GERADOR: NA ESCOLA SOMOS TODOS IGUAIS
  • TEMA GERADOR: OBSERVANDO O CÉU
  • TEMA GERADOR: É HORA DE VALORIZAR O QUE É NOSSO! PATRIMÔNIO IMATERIAL.
  • TEMA GERADOR: É HORA DE VALORIZAR O QUE É NOSSO! PATRIMÔNIO IMATERIAL.
Gratuito